Fonte: African Energy Chamber |

Dos relatórios ESG ao impacto real: a Africa Global Logistics (AGL) transforma o compromisso em ação antes da African Energy Week (AEW) 2026

Ao fazer a ponte entre os relatórios e a realidade, o evento oferece às empresas a oportunidade de demonstrar como o ESG e o conteúdo local vão além da conformidade para concretizar projetos de impacto em todo o continente

O futuro energético de África depende de infraestruturas sólidas, cadeias de abastecimento resilientes e práticas empresariais responsáveis

CIDADE DO CABO, África do Sul, 19 de março 2026/APO Group/ --

Africa Global Logistics (AGL) está a colocar a sustentabilidade no centro das suas operações em toda a África – mas o verdadeiro valor do seu desempenho em matéria de ESG não reside nos quadros de reporte, mas sim no impacto que a empresa tem no terreno. Através de uma estratégia assente em três pilares – facilitar a descarbonização da logística, promover o comércio inclusivo e dar resposta aos desafios sociais –, a empresa está a alinhar os seus compromissos corporativos com as realidades práticas de operar num dos mercados logísticos de mais rápido crescimento do mundo.

Como Patrocinadora Diamante e Parceira Logística da African Energy Week: Invest in African Energies (AEW) 2026 – que decorrerá de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo – a AGL juntar-se-á a governos, investidores e líderes do setor para explorar como as estratégias ESG podem traduzir-se em resultados económicos e sociais mensuráveis em todo o continente. Ao fazer a ponte entre os relatórios e a realidade, o evento oferece às empresas a oportunidade de demonstrar como o ESG e o conteúdo local vão além da conformidade para concretizar projetos de impacto em todo o continente.

A estratégia de RSE da AGL assenta na promoção da descarbonização da logística e na proteção do planeta azul. Sob este pilar, a empresa comprometeu-se a reduzir as emissões e o impacto ambiental em todo o setor da logística. O seu mais recente relatório de sustentabilidade identificou nove áreas prioritárias para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, incluindo a substituição gradual dos combustíveis fósseis por energia de baixo carbono, bem como uma eletrificação mais ampla. Este compromisso já produziu resultados tangíveis. Dois dos depósitos da empresa na Zâmbia são totalmente alimentados por energia solar, enquanto 100% do equipamento dos terminais na Costa do Marfim é elétrico. Até 13 terminais operados pela AGL receberam também o «Estatuto de Terminal Verde» – em reconhecimento dos esforços empreendidos pela empresa para apoiar a transição energética e reduzir as emissões.

O segundo pilar de sustentabilidade da empresa – promover o comércio inclusivo – é particularmente relevante em África, onde as infraestruturas logísticas continuam a ser uma grande barreira à integração económica. A empresa comprometeu-se a enfrentar este desafio, com resultados já evidentes. A AGL está a desenvolver e a operar mais de 40 corredores logísticos e 66 portos secos em todo o continente, ligando bacias de produção no interior aos mercados de exportação e aos centros de consumo doméstico. Estes incluem o lançamento da Zona Industrial de Kribi (KPIZ) nos Camarões em março de 2026 – um projeto de 520 mil milhões de FCFA que inclui redes de infraestruturas vitais, tais como transportes, energia, água e telecomunicações. A empresa opera também o Terminal do Corredor de Lobito – uma instalação de exportação que liga a Linha Ferroviária de Lobito aos mercados internacionais.

«O futuro energético de África depende de infraestruturas sólidas, cadeias de abastecimento resilientes e práticas empresariais responsáveis. Empresas como a AGL estão a ajudar a moldar esse futuro, investindo em sistemas logísticos que apoiam o comércio, criam oportunidades para as comunidades e reduzem o impacto ambiental. A estratégia de sustentabilidade da empresa reflete um compromisso mais amplo com os critérios ESG – indo além da conformidade para a concretização”, afirmou NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

O terceiro pilar da AGL – abordar os desafios sociais – demonstra um compromisso com a capacitação e o desenvolvimento da força de trabalho. A empresa alinha as suas políticas com quadros internacionais, como o Pacto Global da ONU, e introduziu iniciativas destinadas a fortalecer o empreendedorismo e a inovação juvenil em toda a África. Um exemplo é uma iniciativa de hackathon lançada na Costa do Marfim com a Fundação MSC e a Fundação Horn, concebida para apoiar jovens empreendedores que trabalham em soluções para o desenvolvimento sustentável e os desafios logísticos. A empresa também estabeleceu uma parceria com a Fundação Franco-Africana em 2024 para identificar e apoiar uma nova geração de talentos e líderes africanos e franceses empenhados que estão a criar um impacto positivo e duradouro.

À medida que a estratégia de sustentabilidade da AGL continua a tomar forma em todo o continente, plataformas como a AEW: Invest in African Energies 2026 desempenharão um papel fundamental na aceleração da transição dos relatórios ESG para um impacto tangível. Reunindo decisores políticos, operadores e empresas de serviços em toda a cadeia energética e logística, o evento proporciona uma plataforma para alinhar os quadros de sustentabilidade com as prioridades de desenvolvimento de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.